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	<title>Caótico</title>
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	<description>Espaço de leituras,  histórias &#38; especulações &#124; Por Inácio França</description>
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		<title>Versos de Mário Quintana</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 19:12:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Inácio França</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trechos arretados]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Quintana]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
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		<category><![CDATA[versos]]></category>

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		<description><![CDATA[Minha rua está cheia de pregões. Parece que estou vendo com os ouvidos: “Couves! Abacaxis! Cáquis! Melões!” Eu vou sair pro Carnaval dos ruídos, Mas vem, Anjo da Guarda&#8230; Por que pões Horrorizado as mãos em teus ouvidos? Anda: escutemos esses palavrões Que trocam dois gavroches atrevidos! Pra que viver assim num outro plano? Entremos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha rua está cheia de pregões.<br />
Parece que estou vendo com os ouvidos:<br />
“Couves! Abacaxis! Cáquis! Melões!”<br />
Eu vou sair pro Carnaval dos ruídos,</p>
<p>Mas vem, Anjo da Guarda&#8230; Por que pões<br />
Horrorizado as mãos em teus ouvidos?<br />
Anda: escutemos esses palavrões<br />
Que trocam dois gavroches atrevidos!</p>
<p>Pra que viver assim num outro plano?<br />
Entremos no bulício quotidiano&#8230;<br />
O ritmo da rua nos convida.</p>
<p>Vem! Vamos cair na multidão!<br />
Não é poesia socialista&#8230; Não,<br />
Meu pobre &#8230; [<a href="http://www.caotico.com.br/versos-de-mario-quintana/">Visite o blog para ler mais</a>]</p>
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		<title>80 anos de poesia de Mário Quintana</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 19:11:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Inácio França</dc:creator>
				<category><![CDATA[Loucos por livros]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Quintana]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[poeta gaúcho]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[versos]]></category>

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		<description><![CDATA[por Arsênio Meira Júnior De Mário Quintana, Paulo Mendes Campos reconheceu que, por amar tanto a poesia do colega gaúcho, os versos nem precisariam estar “impressos em tinta e papel: eu os carrego de cor, e às vezes brotam em mim como se fosse meus”. Aclamado pelo público, pouco conceito angariou pela crítica (o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caotico.com.br/wp-content/uploads/2010/09/80anosquintana.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-910" title="80anosquintana" src="http://www.caotico.com.br/wp-content/uploads/2010/09/80anosquintana-236x350.jpg" alt="" width="136" height="202" /></a></p>
<p><strong>por Arsênio Meira Júnior</strong></p>
<p>De Mário Quintana, Paulo Mendes Campos reconheceu que, por amar tanto a poesia do colega gaúcho, os versos nem precisariam estar “impressos em tinta e papel: eu os carrego de cor, e às vezes brotam em mim como se fosse meus”<strong><em>.</em></strong></p>
<p>Aclamado pelo público, pouco conceito angariou pela crítica (o que demonstra o grau de estupidez de alguns &#8220;críticos&#8221;), talvez porque tenha sido o poeta das reticências ou pouco inclinado aos temas dito profundos ou pseudo-profundos, ou ainda, desligado das panelinhas literárias, onde os medíocres se deleitam com seus achados embusteiros e calhordas.</p>
<p>Mário Quintana era um homem avesso a ênfases – no escrever, no falar, no proceder. Mas escreveu sobre fatos aparentemente banais ou mesmo banais, e conseguia extrair de tais fatos uma dimensão mais ampla, transformando essas vivências em metáforas com entonações simples e significados belíssimos, todos providas de uma substância que só é acessível para pessoas com imenso grau de sensibilidade. &#8230; [<a href="http://www.caotico.com.br/80-anos-de-poesia-de-mario-quintana/">Visite o blog para ler mais</a>]</p>
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		<title>Não contem com o fim do livro</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 15:32:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Inácio França</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leituras Caóticas]]></category>
		<category><![CDATA[biblioteca]]></category>
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		<description><![CDATA[Demorou, mas chegou. A jornalista pernambucana radicada em São Paulo Mariana Lacerda enviou seu texto sobre o livro Não contem com o fim do livro, enviado pelo pessoal da editora Record. ***** por Mariana Lacerda Olinda é uma cidade estranha mesmo. Sempre pensei no que faziam os monges, monjas e frades dos mosteiros e conventos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.caotico.com.br/wp-content/uploads/2010/09/logoRecord.gif"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-904" title="logoRecord" src="http://www.caotico.com.br/wp-content/uploads/2010/09/logoRecord-150x150.gif" alt="" width="51" height="51" /></a>Demorou, mas chegou. A jornalista pernambucana radicada em São Paulo Mariana Lacerda enviou seu texto sobre o livro <em>Não contem com o fim do livro, </em>enviado pelo pessoal da editora Record.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>*****</strong></p>
<p><strong>por Mariana Lacerda</strong></p>
<p><a href="http://www.caotico.com.br/wp-content/uploads/2010/09/nãocontemcomofimdolivro.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-903" title="nãocontemcomofimdolivro" src="http://www.caotico.com.br/wp-content/uploads/2010/09/nãocontemcomofimdolivro-228x350.jpg" alt="" width="124" height="191" /></a>Olinda é uma cidade estranha mesmo. Sempre pensei no que faziam os monges, monjas e frades dos mosteiros e conventos durante os dias de loucura geral do carnaval. Sempre pensei nas paisagens para o mar que os mosteiros e igrejas encerram para nós, mortais &#8211; e que se abrem para eles, os santos. Sempre pensei nessa coisa doida do patrimônio histórico inacessível, misteriosos castelos onde vivem pessoas em cápsulas de tempo. E por ter sempre pensando nisso, iniciei uma pesquisa sobre os paradoxos da cidade alta envolvendo seus prédios religiosos, eles sim o começo de tudo dali, ocupando as sete colinas da cidade, olhando uns para os outros, murmurando baixinho à noite sobre suas mazelas e cansaços.</p>
<p>Me dei conta então das bibliotecas trancadas em armários de madeira e portas de vidro, em salas de pé-direito alto, janelas abertas ao vento e ao mar. Devem ter algumas dessas em Olinda, mas só os Franciscanos me deixaram ter acesso à paisagem e às palavras que guardam de letras de alguns séculos atrás (incluindo, além dos livros, anotações, manuscritos e etc).</p>
<p>Imagino ainda os livros empilhados dos monges beneditinos. Livros fechados a sete chaves e cheios de segredos (um dia, existiu o papel do Monge Cronista, responsável em narrar o cotidiano de um mosteiro). Queira encontrar uma Mariana Alcoforado dos homens, a Mariana que no século 17 escrevia loucamente em algum convento em Portugal para sua paixão, um oficial do exercito francês que tinha servido em terras lusas e esbarrado nela, no claustro. Seus textos atravessaram os séculos e agora estão numa ediçãozinha de bolso vendida até em bancas de revistas: as <em>Cartas Portuguesas</em>, um livro pequenininho e lindo. Soube então que até a restauradora de papel, gente de qualificação muito rara, e que está trabalhando no Mosteiro de São Bento  de Olinda, fez voto de segredo eterno sobre o que por ventura lhe caísse de extraordinário aos olhos. &#8230; [<a href="http://www.caotico.com.br/nao-contem-com-o-fim-do-livro/">Visite o blog para ler mais</a>]</p>
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		<title>Roliúde</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 11:33:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Inácio França</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta é a primeira vez que escrevo sobre um livro que não li. Apesar de nunca sequer ter ficado frente-a-frente com a capa de Roliúde, vou rasgar elogios ao romance escrito por Homero Fonseca. Ou melhor, vou falar bem mesmo é da peça que o ator e diretor João Ricardo Oliveira montou a partir do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caotico.com.br/wp-content/uploads/2010/08/roliude.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-895" title="roliude" src="http://www.caotico.com.br/wp-content/uploads/2010/08/roliude-234x350.jpg" alt="" width="129" height="193" /></a>Esta é a primeira vez que escrevo sobre um livro que não li. Apesar de nunca sequer ter ficado frente-a-frente com a capa de <em>Roliúde,</em> vou rasgar elogios ao romance escrito por <a href="http://www.interblogs.com.br/homerofonseca/">Homero Fonseca</a>. Ou melhor, vou falar bem mesmo é da peça que o ator e diretor João Ricardo Oliveira montou a partir do livro do pernambucano e foi encenada no Hermilo Borba Filho dentro da programação do Festival A Letra e a Voz, muitíssimo bem organizado pela Prefeitura do Recife.</p>
<p>Já convivi bastante com Homero quando fui repórter do Diário de Pernambuco e ele dirigia a redação. A vida acabou nos afastando. Pra piorar, encaixo-me no perfil de &#8220;leitor desatento&#8221; que José Teles definiu no Jornal do Commércio de segunda-feira, 30 de agosto. Mas tenho uma desculpa: de tanto viajar para cima e para baixo nos meus quatro anos no Unicef, nem sabia que meu ex-chefe tinha escrito esse romance, a história de um matuto doido por cinema, que assistia aos filmes e depois contava tudinho para o povo nas feiras do interior.</p>
<p>Uma ótima ideia, aproveitada com por João Ricardo, carioca que vive no bairro da Ilha do Governador e se define como um professor/ator que pretende, em breve, ser ator/professor para, depois, reviver como ator mesmo, sem depender de nenhuma outra renda. Foi isso que ele contou nos dois dedos de prosa que o ator e autor tiveram com a plateia logo depois do espetáculo. &#8230; [<a href="http://www.caotico.com.br/roliude/">Visite o blog para ler mais</a>]</p>
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		<title>O caso eu conto como o caso foi</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 13:07:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Inácio França</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Arsênio Meira Júnior Passando os olhos nas minhas queridas estantes, deparei-me com dois exemplares antigos: O caso eu conto como o caso foi – memórias políticas, 1o. volume de memórias, e O caso eu conto como o caso foi, 2o. volume de memórias, do escritor, advogado e jornalista Paulo Cavalcanti, que falecei em maio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>por Arsênio Meira Júnior</strong></p>
<p><a href="http://www.caotico.com.br/wp-content/uploads/2010/08/ocasoeuconto1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-892" title="ocasoeuconto" src="http://www.caotico.com.br/wp-content/uploads/2010/08/ocasoeuconto1.jpg" alt="" width="84" height="118" /></a>Passando os olhos nas minhas queridas estantes, deparei-me com dois exemplares antigos: <em>O caso eu conto como o caso foi – memórias políticas</em>, 1<sup>o</sup>. volume de memórias, e <em>O caso eu conto como o caso foi</em>,<em> </em>2<sup>o</sup>. volume de memórias, do escritor, advogado e jornalista Paulo Cavalcanti, que falecei em maio de 1995, pouco depois de completar 80 anos.</p>
<p>Paulo também foi firme intelectual. Justo e generoso. É de sua lavra E<em>ça de Queiroz: agitador no Brasil</em>. O livro, publicado em 1959, ganhou fama nacional ao ser premiado pela Academia Pernambucana de Letras.</p>
<p>Imagino Paulo, comunista até o último fio de cabelo, incapaz de se calar diante de uma injustiça, no meio dos fraques e das cartolas da Academia. Não combinava com ele. Ele, ao contrário de muitos, acreditava na militância, no ideário do socialismo. Em Marx e na repartição igualitária da riqueza. &#8230; [<a href="http://www.caotico.com.br/o-caso-eu-conto-como-o-caso-foi/">Visite o blog para ler mais</a>]</p>
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		<title>Como se fosse ontem&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 20:22:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Inácio França</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Múcio Borges da Fonseca]]></category>

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		<description><![CDATA[Tinha acabado de chegar a São Paulo em agosto de 1991 com o ego desmantelado, exatamente um mês depois de ser reprovado no exame psicotécnico para passar de estagiário a repórter do Jornal do Comércio. Sim, fui reprovado em psicotécnico de jornal. Durante muito tempo, jornalistas mais velhos diziam que eu não deveria alardear esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caotico.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Diario-popular-28-novembro-1977.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-873" title="Diario-popular-28-novembro-1977" src="http://www.caotico.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Diario-popular-28-novembro-1977-350x233.jpg" alt="" width="278" height="185" /></a>Tinha acabado de chegar a São Paulo em agosto de 1991 com o ego desmantelado, exatamente um mês depois de ser reprovado no exame psicotécnico para passar de estagiário a repórter do Jornal do Comércio. Sim, fui reprovado em psicotécnico de jornal.</p>
<p>Durante muito tempo, jornalistas mais velhos diziam que eu não deveria alardear esse tipo de coisa por aí, porque pegava mal, mas já não me importo. Na verdade, tenho a impressão que esse é o tipo de coisa que conta pontos a favor, além de reforçar meu folclore pessoal, o que talvez compense o fato de ser meio fraco em matéria de autopromoção.</p>
<p>O teste exigia que o examinado concluísse uma série de desenhos incompletos ou com apenas um tracinho. Ou um quadradinho. Em um dos espaços, havia apenas uma espécie de cobrinha, ou melhor, um “s” mal-feito. Preenchi o quadro com outras dezenas de cobrinhas parecidas e descrevi como espermatozóides a caminho do óvulo. Em outro, havia um quadradinho escuro. Fiz mais 12 iguais e disse que era um cartão não premiado da loteria esportiva. A psicóloga não gostou. Eu era muito menino, não percebi que a miserável era burra e desprovida de humor. &#8230; [<a href="http://www.caotico.com.br/como-se-fosse-ontem/">Visite o blog para ler mais</a>]</p>
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		<title>Vida longa às Bibliotecas Comunitárias</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 11:34:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Inácio França</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Caótico demorou, mas chegou ao bloguinaço (ou blogaço, sei lá como se chama isso) em favor da Rede de Bibliotecas Comunitárias da Região Metropolitana do Recife. A migração dos arquivos para um novo servidor atrapalhou em algumas horas a entrada do blog na campanha. Pra começo de conversa, acho que é necessário explicar que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rededebibliotecascomunitarias.wordpress.com"><img class="alignleft size-full wp-image-869" title="Rede de Bibliotecas Comunitárias" src="http://www.caotico.com.br/wp-content/uploads/2010/08/banner-1.gif" alt="Rede de Bibliotecas Comunitárias" width="220" height="125" /></a>O Caótico demorou, mas chegou ao bloguinaço (ou blogaço, sei lá como se chama isso) em favor da Rede de Bibliotecas Comunitárias da Região Metropolitana do Recife. A migração dos arquivos para um novo servidor atrapalhou em algumas horas a entrada do blog na campanha.</p>
<p>Pra começo de conversa, acho que é necessário explicar que essas bibliotecas, criadas, gerenciadas e mantidas por moradores de comunidades populares por eles mesmos, tem um blog próprio <a href="http://rededebibliotecascomunitarias.wordpress.com/">(clique aqui para saber tudo sobre essa turma)</a> e são em número de oito.</p>
<p>São quatro bibliotecas em Recife (Coque, Afogados, Alto José Bonifácio e Brasília Teimosa), três em Olinda (Ouro Preto, Bairro Novo e Peixinhos) e uma em Jaboatão dos Guararapes (Piedade). O que motiva e une essa turma é o conceito de que “biblioteca” não pode ser apenas um espaço para guardar livros, mas um pólo de formação de novos leitores, onde acontecem rodas de leitura, recitais, semanas do conto, malas ou baús de leitura, exibições de vídeo, oficinas, contação de histórias e produção de textos. &#8230; [<a href="http://www.caotico.com.br/vida-longa-as-bibliotecas-comunitarias/">Visite o blog para ler mais</a>]</p>
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		<title>Versos de Murilo Mendes</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 20:08:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Inácio França</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trechos arretados]]></category>

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		<description><![CDATA[MAPA Me colaram no tempo, me puseram uma alma viva e um corpo desconjuntado. Estou limitado ao norte pelos sentidos, ao sul pelo medo, a leste pelo Apóstolo São Paulo, a oeste pela minha educação. Me vejo numa nebulosa, rodando, sou um fluido, depois chego à consciência da terra, ando como os outros, me pregam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>MAPA</strong></p>
<p>Me colaram no tempo, me puseram<br />
uma alma viva e um corpo desconjuntado. Estou<br />
limitado ao norte pelos sentidos, ao sul pelo medo,<br />
a leste pelo Apóstolo São Paulo, a oeste pela minha educação.</p>
<p>Me vejo numa nebulosa, rodando, sou um fluido,<br />
depois chego à consciência da terra, ando como os outros,<br />
me pregam numa cruz, numa única vida.<br />
Colégio. Indignado, me chamam pelo número, detesto a hierarquia.</p>
<p>Me puseram o rótulo de homem, vou rindo, vou &#8230; [<a href="http://www.caotico.com.br/versos-de-murilo-mendes/">Visite o blog para ler mais</a>]</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Murilo Mendes</title>
		<link>http://www.caotico.com.br/murilo-mendes/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 20:05:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Inácio França</dc:creator>
				<category><![CDATA[Loucos por livros]]></category>
		<category><![CDATA[João Cabral de Melo Neto]]></category>
		<category><![CDATA[modernismo]]></category>
		<category><![CDATA[Murilo Mendes]]></category>
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		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Está decidido. Desde já, o senhor Arsênio Meira Filho será o encarregado de escrever sobre poesia para o Caótico. O convite foi feito na semana passada e, depois de rápidas negociações a respeito dos seus honorários (ele irá receber vencimentos iguais ao do editor do blog), o convite foi aceito. ***** por Arsênio Meira Júnior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Está decidido. Desde já, o senhor Arsênio Meira Filho será o encarregado de escrever sobre poesia para o Caótico. O convite foi feito na semana passada e, depois de rápidas negociações a respeito dos seus honorários (ele irá receber vencimentos iguais ao do editor do blog), o convite foi aceito.<br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>*****</strong></p>
<p><strong>por Arsênio Meira Júnior (e não Filho, como insisti o editor tabacudo)</strong></p>
<p><a ... [<a href="http://www.caotico.com.br/murilo-mendes/">Visite o blog para ler mais</a>]</p>
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		<title>Se me deixam falar&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 17:58:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Inácio França</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leituras Caóticas]]></category>
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		<description><![CDATA[Já nem lembrava quando havia lido Se me deixam falar. Como há semanas que vinha querendo recordar essa leitura e compartilhar as lembranças da sua leitura, resgatei o volume do ostracismo da estante do corredor. Na folha de rosto, está lá o registro que costumava fazer: “Inácio França – ago 1987”. Alguns centímetros abaixo, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caotico.com.br/wp-content/uploads/2010/08/semedeixamfalar.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-848" title="semedeixamfalar" src="http://www.caotico.com.br/wp-content/uploads/2010/08/semedeixamfalar-237x350.jpg" alt="" width="122" height="180" /></a>Já nem lembrava quando havia lido <em>Se me deixam falar. </em>Como há semanas que vinha querendo recordar essa leitura e compartilhar as lembranças da sua leitura, resgatei o volume do ostracismo da estante do corredor. Na folha de rosto, está lá o registro que costumava fazer: “Inácio França – ago 1987”. Alguns centímetros abaixo, a etiqueta da Livro 7 para casos de troca.</p>
<p>Há 23 anos, li de uma tacada só, praticamente sem intervalos, o depoimento da boliviana Domitila Chungara registrado pela educadora gaúcha Moema Viezzer. Ainda iria completar 19 anos, estava no segundo período de Jornalismo da Católica de Pernambuco e militando no PCB. Um ano antes, ainda gazeava as aulas no Salesiano para participar da histórica campanha eleitoral de Arraes em 1986.</p>
<p>Naquele ano, dei o grande golpe que mudou minha vida: meus pais foram morar em Natal e eu fiquei pelo Recife, alegando que começaria o curso para depois fazer outro vestibular na UFRN. Eles acreditaram. Sozinho, trilhei meus próprios caminhos. &#8230; [<a href="http://www.caotico.com.br/se-me-deixam-falar/">Visite o blog para ler mais</a>]</p>
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