<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" ><channel><title>Caótico &#187; livrarias</title> <atom:link href="http://www.caotico.com.br/tags/livrarias/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.caotico.com.br</link> <description>Espaço de leituras,  histórias &#38; especulações &#124; Por Inácio França</description> <lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 13:36:43 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /> <item><title>Uma breve história dos tratores em ucraniano</title><link>http://www.caotico.com.br/uma-breve-historia-dos-tratores-em-ucraniano/</link> <comments>http://www.caotico.com.br/uma-breve-historia-dos-tratores-em-ucraniano/#comments</comments> <pubDate>Thu, 02 Dec 2010 11:30:21 +0000</pubDate> <dc:creator>Inácio França</dc:creator> <category><![CDATA[Loucos por livros]]></category> <category><![CDATA[imigrantes]]></category> <category><![CDATA[Inglaterra]]></category> <category><![CDATA[Leste Europeu]]></category> <category><![CDATA[literatura contemporânea]]></category> <category><![CDATA[livrarias]]></category> <category><![CDATA[Livro 7]]></category> <category><![CDATA[Marina Lewycka]]></category> <category><![CDATA[promoções]]></category> <category><![CDATA[Reino Unido]]></category> <category><![CDATA[Ucrânia]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.caotico.com.br/?p=1122</guid> <description><![CDATA[por Paulo Sérgio Araújo Lendo o Caótico, com atraso, vi artigo e comentários sobre as saudosas Livro 7 (de Tarcísio “Chapéu”) e Síntese (da “introspectiva” irmã de Tarcísio), então me vieram à mente dois costumes que criei frequentando essas livrarias, que eram pessoais e não meros locais de vendas de livros. O primeiro foi ser [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.caotico.com.br/uma-breve-historia-dos-tratores-em-ucraniano/' addthis:title='Uma breve história dos tratores em ucraniano '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong>por Paulo Sérgio Araújo</strong></p><p><a href="http://www.caotico.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ucraniano.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1123" title="ucraniano" src="http://www.caotico.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ucraniano.jpg" alt="" width="138" height="199" /></a>Lendo o Caótico, com atraso, vi<a href="http://www.caotico.com.br/todos-os-tempos-de-tarcisio-sete/"> artigo e comentários sobre as saudosas Livro 7</a> (de Tarcísio “Chapéu”) e Síntese (da “introspectiva” irmã de Tarcísio), então me vieram à mente dois costumes que criei frequentando essas livrarias, que eram <em>pessoais</em> e não meros locais de vendas de livros.</p><p>O primeiro foi ser atraído por promoções. Sou muito arredio a anúncios de liquidações em geral, pois desconfio sempre. Enfim, problema pessoal meu, mas não sentia o mesmo em relação a livros, porque a Livro 7 &#8211; principalmente esta -, me proporcionou excelentes aquisições de exemplares na maioria das vezes vendidos ao um real da época ou um pouco mais; livros novos, às vezes abatidos apenas por um pouco de poeira ou por novas edições.</p><p>O segundo, é me apaixonar por livros com títulos diferentes, nem que essa paixão só dure até a leitura das orelhas deles.</p><p><em>Uma breve história de tratores em ucraniano</em> é título que dispensa comentários: uma aberração total, principalmente porque eu desconhecia a autora (Marina Lewycka). Somente fui ver algo sobre ela no Google antes de escrever este texto, para não parecer tão ignorante a ponto de não saber de quem se tratava e pagar o mico caso ela fosse escritora renomada.</p><p>Gamei no título, gostei da orelha e o livro me foi muitíssimo interessante.</p><p>É a estória – história? – de ucranianos vivendo no Reino Unido, onde foram parar por vários motivos. A trama central é de um ucraniano viúvo de 84 anos que quer se casar com uma ucraniana de 36 anos, “voluptuosa e interesseira”.</p><p>O não convencional pretendido casamento traz à tona diferenças familiares, leva-nos a imaginar como seria se fosse nosso pai, relembra-nos a velhice que vem para quem pode esperá-la, aponta para problemas reais e atuais de países que não conseguem manter seus talentos, enfim, um livro que se passa muito mais que no Reino Unido ou na Ucrânia.</p><p>As birras do macróbio enamorado, as dúvidas, as brigas e ciúmes das filhas, situações políticas e burocráticas, tudo isso numa leitura divertida e sem pretensões senão de apresentar um argumento através de um excelente enredo – e não pensem que se trata de uma comédia -, por meio de uma narrativa é interessantíssima.</p><p>Por que o título? Bom, não há segredo a respeito, nem é fato principal, a conclusão não se altera ou depende dele, entretanto, acho que eu tiraria uma das muitas graças da leitura dessa obra se o explicasse agora.</p><p>Esses ucranianos são demais!</p><div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.caotico.com.br/uma-breve-historia-dos-tratores-em-ucraniano/' addthis:title='Uma breve história dos tratores em ucraniano '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.caotico.com.br/uma-breve-historia-dos-tratores-em-ucraniano/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>7</slash:comments> </item> <item><title>O presente</title><link>http://www.caotico.com.br/o-presente/</link> <comments>http://www.caotico.com.br/o-presente/#comments</comments> <pubDate>Thu, 18 Mar 2010 17:21:05 +0000</pubDate> <dc:creator>Inácio França</dc:creator> <category><![CDATA[Elocubrações]]></category> <category><![CDATA[amor por livros]]></category> <category><![CDATA[coleção vaga-lume]]></category> <category><![CDATA[leitura]]></category> <category><![CDATA[livrarias]]></category> <category><![CDATA[livros]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.caotico.com.br/?p=629</guid> <description><![CDATA[Uma caixa com todos os livros da coleção Vaga-lume. Completa, todinha. Presentão inesquecível no meu aniversário de 12 anos. Foi meu tio Lauro quem deu, me entregou numa embalagem de papelão, sem enfeites, sem frescuras. 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Foi meu tio Lauro quem deu, me entregou numa embalagem de papelão, sem enfeites, sem frescuras. Rasguei a caixa e fiquei horas babando sobre as capas novinhas do <em>Caso da Borboleta Atíria</em>,<em> Spharion</em>,<em> O Escaravelho do Diabo</em>,<em> O Mistério do Cinco Estrelas</em>,<em> A Ilha Perdida</em>,<em> Cabra das Rocas </em>e de mais uma meia dúzia.</p><p>Naquele aniversário ganhei também um relógio bacana, dourado, coisa fina. Fiquei feliz e devo ter usado durante algum tempo, mas foi a caixa de livros que me encantou. Nunca havia ganho uma caixa inteirinha de livros antes, coisa que só foi acontecer 20 anos depois <a href="http://www.caotico.com.br/eu-jurado-do-jabuti/">quando fui jurado do Prêmio Jabuti</a>.</p><p>Tio Lauro foi um dos responsáveis pela minha intimidade com o mundo dos livros.</p><p>Cresci numa casa com poucos livros, ou melhor, até que eles existiam, mas estavam condenados a cumprir alguma pena severa no alto de prateleiras inacessíveis, juntando poeira e teias de enormes aranhas que viviam conosco na casa de Piedade, perto da praia. É preciso dar um desconto, eu era pequeno, então é possível que as prateleiras não fossem tão altas e as aranhas tão grandes.</p><p>Não sei com qual idade, calculo que antes dos 1o anos, escalei escadas e cheguei aos livros empoeirados. Lembro de uns grossos, de capa dura azul escura. Era a <em>Coleção Menina-Moça</em>, que, nem imagino quando nem porquê, minha mãe ganhou de presente. Duvido que ela tenha lido, duvido também que algum leitor do blog já tenha ouvido falar de <em>sir Jerry, o detetive</em>, personagem cujas aventuras sem graça foram publicadas nessa coleção. Li todas do sir Jerry. Resumindo: confesso que, um dia, li a <em>Coleção Menina-Moça</em>. Era o que tinha.</p><p>Acho que por causa dessa coleção de nome tão fresco, mesmo criança nunca tive receio de encarar livrões cheios de letras e nenhuma figura. Mas foi com os gibis do meu pai que aprendi a tomar gosto para valer pela leitura. Seu Lúcio nunca foi chegado a livros, mas todos os dias traçava Pato Donald, Zé Carioca, Mickey, Tex Willer e Fantasma, o espírito-que-anda. Aproveitando o embalo, acrescentava a Turma do Pererê no balaio de revistinhas que meu pai comprava numa banca enorme que ainda existe em frente ao Mercado de Boa Viagem.</p><p><a href="http://www.caotico.com.br/wp-content/uploads/2010/03/lauro.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-631" title="lauro" src="http://www.caotico.com.br/wp-content/uploads/2010/03/lauro-350x262.jpg" alt="" width="205" height="153" /></a>Os livros que faltavam lá em casa, sobravam na casa de tio Lauro (foto). Na década de 70, ele vendia livros, representava uma editora e tinha sempre dezenas de pacotes de livros didáticos na sua casa.  Havia caixas de paradidáticos também, que são aqueles livros de literatura infantil ou juvenil que os professores obrigam os alunos a lerem para fazer aqueles exercícios imbecis de interpretação de textos. Esses paradidáticos com o carimbo de “cortesia livro do professor” sempre caíam nas minhas mãos.</p><p>Depois, ele investiu na própria livraria, no centro do Recife. Adolescente, era voluntário para trabalhar vendendo livros para as madames na “época escolar”, os meses de janeiro a março, quando as livrarias e papelarias enchem de gente histérica procurando os livros exigidos pelas escolas. Vender livros foi meu primeiro trabalho. Em troca, podia levar para ler em casa os outros livros, best-sellers ou poesia, que tinham de ficar guardados no estoque para abrir espaço para as gramáticas de Cegalla ou a Matemática de Demétrio.</p><p>Dava duro de dia na livraria e lia em casa histórias como a de um romance sobre o cerco a Stalingrado, na II Guerra, escrita por um sujeito chamado Konsalik, que o Google informa ser o alemão Heinz Gunther Konsalik. Li também Fernando Sabino, Rubem Braga e uma <em>Seleta em Prosa e Verso</em>, de Drummond. Esse era difícil de vender e tio Lauro me deu.</p><p>Hoje, a livraria não existe mais. A degradação do centro arrastou para longe a clientela, mas Lauro França continua vendendo livros.</p><p>Não tenho certeza se, no meio da euforia, agradeci à altura pelo presente. Por isso, na dúvida, agradeço novamente quase 30 anos depois.</p><div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.caotico.com.br/o-presente/' addthis:title='O presente '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.caotico.com.br/o-presente/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>10</slash:comments> </item> <item><title>O estratagema da lista largada ao relento</title><link>http://www.caotico.com.br/o-estratagema-da-lista-largada-ao-relento/</link> <comments>http://www.caotico.com.br/o-estratagema-da-lista-largada-ao-relento/#comments</comments> <pubDate>Tue, 06 Oct 2009 01:34:08 +0000</pubDate> <dc:creator>Inácio França</dc:creator> <category><![CDATA[Elocubrações]]></category> <category><![CDATA[aniversário]]></category> <category><![CDATA[livrarias]]></category> <category><![CDATA[livros]]></category> <category><![CDATA[presentes]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.caotico.com.br/?p=396</guid> <description><![CDATA[Quem acompanha esse blog desde o início, lembra do acordo que eu e minha consciência fizemos de não voltar a comprar livros novos enquanto não aqueles que tenho nas estantes de casa não fossem lidos (foi isso que contei no post Os sebos e a fraqueza de caráter do blogueiro). Essa decisão não significa que [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.caotico.com.br/o-estratagema-da-lista-largada-ao-relento/' addthis:title='O estratagema da lista largada ao relento '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-398" title="C 062" src="http://www.caotico.com.br/wp-content/uploads/2009/10/C-062-150x112.jpg" alt="C 062" width="150" height="112" />Quem acompanha esse blog desde o início, lembra do acordo que eu e minha consciência fizemos de não voltar a comprar livros novos enquanto não aqueles que tenho nas estantes de casa não fossem lidos (foi isso que contei no post <a href="http://www.caotico.com.br/os-sebos-e-a-fraqueza-de-carater-do-blogueiro/">Os sebos e a fraqueza de caráter do blogueiro</a>).</p><p>Essa decisão não significa que não quero novos livros. Pelo contrário, continuo a desejá-los avidamente, compulsivamente, irracionalmente. Por essa razão, me danei a encontrar subterfúgios para me driblar, ou melhor, para conseguir os livros que pretendo ter sempre perto de mim sem necessariamente desrespeitar o compromisso assumido comigo mesmo.</p><p>Deu pra entender? Se deu, continuemos. Além de encontrar uma brecha no auto-acordo que me permitiu comprar livros usados em sebos (a restrição trata apenas de livros novos), dia desses o Samarone desembolsou R$ 33,00 para comprar <em>A Divina Comédia </em>na Livraria Cultura, depois fui até o caixa eletrônico do Paço Alfândega, tirei o dinheiro e entreguei para ele. Fiquei com o livro, mas quem comprou foi meu amigo cabeludo, numa manobra absolutamente legal.</p><p>O problema é que o 4 de outubro estava se avizinhando e eu precisava dar um jeito de não ganhar perfumes de presente de aniversário, afinal não dava para perder a oportunidade de ganhar livros novos.A opção de recomendar à minha Geórgia que revelasse aos amigos e parentes que eu queria livros foi logo descartada. Aposto que ela iria considerar uma indelicadeza da minha parte &#8211; e deve ser mesmo -, além disso, corria o risco de algum desavisado comprar um livro de Paulo Coelho ou a última cafajestada daquele diretor da Globo que tem nome árabe (toc toc toc na madeira).</p><p>Como minha viagem para o Tocantins estava marcada para o último final de semana de setembro, meu prazo era ainda menor, porém o que parecia ser um problema acabou se tornando a solução. Com frieza de calculista e presença de espírito de artilheiro matador, imprimi um arquivo que mantenho sempre atualizado aqui no meu lépi-tópi, com uma lista dos livros desejados. Sim, pelo menos em matéria de livro sou um cara todo organizado.</p><p>Antes de viajar, escolhi um local do quarto para &#8220;esquecer&#8221; a lista impressa, na esperança dela ser encontrada pela pessoa certa. Deu certo. De minha mulher (que já escreveu no<a href="http://www.caotico.com.br/a-funcao-do-orgasmo/"> Caótico sobre Reich</a> um texto reproduzido no <a href="http://www.libertas.com.br/novo/index.php?central=conteudo&amp;idMenu=17&amp;id=2857&amp;perfil=1&amp;idEdicao=0">site do Libertas</a>),  ganhei um exemplar de uma edição novinha de <em>A Invenção do Nordeste, </em>do professor Durval Muniz, obra que eu julgava esgotada. Da minha sogra, a tricolor Ana Rita, ganhei uma belezura de Mário Benedetti: <em>Primavera num Espelho Partido.</em></p><p>Infelizmente, a lista não foi xerocada nem passou de mão em mão. Mesmo assim, faturei outros dois livros que prometem. Do meu cunhado, uma reportagem sobre os bastidores do escândalo Watergate, <em>A Vida do Garganta Profunda. </em>Do mestre-cuca Breno Bueno (ele não tolera o uso do termo chef, diz que é invenção para agradar a classe média), ganhei um livro de nome ao mesmo tempo curioso e sugestivo, <em>A Vida Sexual dos Alimentos</em>, minha próxima leitura.</p><p>Lá em Tocantins, ganhei da minha filha Júlia uma edição de bolso de <em>A Dama do Cachorrinho</em><em> e outras histórias, </em>de Tchecov, e uma coletânea de crônicas de João do Rio. Aliás, só ganhei esses dois porque salvei uma bola em cima da linha aos 42 do segundo tempo, pois Pedro, o primogênito, havia contado para a mãe que eu havia decidido que não queria mais livros, numa versão distorcida da minha jura.</p><p>Ela achou esquisito, deve ter se perguntado se um sujeito poderia mudar tanto com menos de cinco anos de separação e, se sentindo sem opções para comprar algo que minha menininha pudesse me presentear, perguntou se a história era verdadeira. Fiquei estarrecido coma repercussão dos fatos e neguei, é lógico. O resultado é que a ex-, discretamente, pôs uma cédula na mão de Juju, que me chamou para ir até uma livraria e pediu que eu a ajudasse a escolher meu presente de aniversário de 41 aninhos.</p><p>A lista largada ao acaso meu deu a ideia de criar uma página aqui no Caótico no qual os leitores possam deixar sua lista de livros desejados, como aquelas listas de presentes de casamento que os noivos deixam nas grandes lojas. Não sei quando vou viabilizar isso, pois dependo do meu ocupadíssimo webmaster Anízio Silva, mas em breve o Caótico oferecerá esse serviço de utilidade pública.</p><div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.caotico.com.br/o-estratagema-da-lista-largada-ao-relento/' addthis:title='O estratagema da lista largada ao relento '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.caotico.com.br/o-estratagema-da-lista-largada-ao-relento/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>4</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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