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Trechos de Juliano
O charlatão Máximo, em conversa com Juliano ainda jovem, estudante de filosfia em Atenas
*****
“- Não é assim que deve se aproximar da divina presença. – Borrifei água em Oribásio, com ótima pontaria. Ele riu. Meu tio também, pois eu fizera o mesmo com ele. Então, fiquei assustado. Era exatamente assim que nasciam os monstros. Primeiro, o tirano faz brincadeiras inofensivas: borrifa água nos senadores durante o banho, serve pedaços de madeira ao invés de comida aos seus convidados, prega peças em todos ; e não importa o que ele faça, todos riem e o lisonjeiam, acham inteligentes suas osbervações mais cretinas. Depois as brincadeiras começam a perder a graça. Certo dia ele acha divertido violentar a mulher de outro homem diante do marido, ou o marido, na frente da mulher, ou torturar os dois, ou matá-los. Quando começa a matança, o imperador não é mais um homem, mas um animal, e já tivemos muitos animais no trono do mundo. Desculpei-me veementemente por ter molhado meu tio. Desculpei-me até por ter molhado Oribásio, embora ele seja como um irmão para mim. Nenhum deles adivinhou o significado daquele súbito acesso de culpa.”
Juliano, logo depois de chegar a Constantinopla, já na condição de imperador